O Conselho Municipal deAngoche está desde no dia 4 deste mês sem arrecadação de fundos e receitas próprias,
tudo porque as actividades que prometam a sustentabilidade desta instituição, estão
totalmente paralisadas devido a greve dos trabalhadores, iniciado na madrugada
do dia 3 do mesmo mês que reclamam do décimo terceiro vencimento referente ao
ano passado.
Este tumulto poderá ainda
mais agravar a situação de não efectuar o pagamento do referido vencimento,
porque o município não terá como cobrar aos munícipes para que esta instituição
possua dinheiro com vista a atender a demanda.
Falta de diálogo entre o Edil
de Angoche, Ossufo Rajá, e Entidades governamentais, bem como os trabalhadores
pode, igualmente, contribuir a complexidade ao processo de remuneração aos
grevistas que, neste momento, tomaram a conta da sede municipal.
Entretanto, o Autárquica diz que
a reivindicação do décimo terceiro vencimento referente ao ano de 2021 que
culminou com a suspensão de algumas actividades, não compromete o plano daquela
empresa municipal.
Presidente: “Não tenho dinheiro para pagar o decimo
terceiro, porque o Governo não me deu, assim os trabalhadores fecharam os
gabinetes do conselho Autárquico de Angoche, impossibilitando faz arrecadação
dos fundos que poderíamos usar para pagar os outros meses”.
Ossufo Rajá referiu que vão
trabalhar afincadamente visando alcançar as suas expectativas, sublinhado ainda
que alguns funcionários estão a levar a cabo diligências de limpeza junto com
os munícipes tendo em vista manter a cidade limpa.
Raja afirma também que: através de greve alguns trabalhadores param
com as actividades de limpeza existindo outros a fazer, e como presidente digo
que para os que não trabalham não farei o pagamento do mês.
O edil, fez este pronunciamento aos jornalistas esta terça-feira.
Refira-se que está no meado do mês que o Município de Angoche não opera às actividades na sua totalidade e, grevistas passando não ter o salário de dois meses, nesse caso, Março, e o respectivo 13 vencimento.